Educação para os Direitos Humanos
 
 

Muito além de um conflito entre bandidos e mocinhos, a questão dos Direitos Humanos é uma questão de educação.  

“Direitos humanos são aqueles direitos fundamentais que decorrem do reconhecimento da dignidade de todo ser humano, sem qualquer distinção”. Para fortalecer está idéia, foi instituído, desde dezembro de 2007, o Comitê Paulista de Educação em Direitos Humanos. Trata-se de um fórum integrado por cidadãos, dos mais diversos segmentos da sociedade, voltado à formulação e implementação de políticas públicas de Educação em Direitos Humanos.

Para a coordenadora da comissão de Comunicação e Mídia, Rosilene Cruz, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Educação em Direitos Humanos parte de três pontos essenciais. “Primeiro, é uma educação de natureza permanente, continuada e global. Segundo é uma educação necessariamente voltada para a mudança, e terceiro, é uma inculcação de valores, para atingir corações e mentes e não apenas instrução, meramente transmissora de conhecimentos”.
A Educação em Direitos Humanos é essencialmente a formação de uma cultura de respeito à dignidade humana através da promoção e da vivência dos valores da liberdade, da justiça, da igualdade, da solidariedade, da cooperação, da tolerância e da paz. Portanto, a formação desta cultura significa criar, influenciar, compartilhar e consolidar mentalidades, costumes, atitudes, hábitos e comportamentos que decorrem, todos, daqueles valores essenciais citados – os quais devem se transformar em práticas.
Cruz lembra que cultura, no caso, não está limitada a uma visão tradicional de cultura como conservação: dos costumes, das tradições, das crenças e dos valores. Pelo contrário, “quando falamos em formação de uma cultura de respeito aos direitos humanos, à dignidade humana, estamos enfatizando, sobretudo no caso brasileiro, uma necessidade radical de mudança”.

O Comitê Paulista está vinculado ao Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos com o apoio do Ministério da Educação, Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e Universidade de São Paulo.

  Darwin para popularizar
Mesmo longe de ser o assunto preferido nas conversas de botequins, a ciência parece querer tornar-se mais popular no Brasil. O fascínio pela descoberta sempre rondou a mente dos jovens e quando existe um empurrãozinho tudo pode tornar-se mais eficiente. Um bom exemplo disso é a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia criada em 2004 e ainda pouco exposta na mídia brasileira, que neste ano traz como tema central “Evolução e Diversidade”.
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Previsão do tempo...é pra já!
Já que tempo é dinheiro, o quanto antes prevermos o tempo, melhor. No Brasil, o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet), em Bauru, oferece um tipo de
previsão que pode trazer muitos benefícios à sociedade. Do uso de um simples guarda-chuva à “chuva de pedra”, a previsão imediata ou nowcasting, como é conhecido na área meteorológica o novo sistema, permite a emissão de
alertas de chuvas intensas com o intervalo de apenas algumas horas.
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